Você compraria de você mesmo?
Confira a coluna Marketing & Marcas
Foto: Monica.ai
Já parou pra pensar nisso com honestidade?
Se você estivesse do outro lado do balcão — como cliente — teria paciência com os seus próprios prazos? Confiaria na sua comunicação? Sentiria segurança no seu atendimento?
É comum empresários se frustrarem com a falta de engajamento, de vendas, de reconhecimento. Mas poucos fazem o exercício mais simples (e talvez mais duro): experimentar a própria marca pela ótica de quem compra.
E quando fazem, percebem o óbvio.
Muitas vezes percebem que o site é confuso, que a resposta no WhatsApp demora, ou que o atendimento presencial não é acolhedor nem profissional.
Que a promessa até que é bonita — mas não se sustenta na prática.
A verdade é que, como consumidores, somos exigentes. Mas como empresários, às vezes entregamos o mínimo. E esse descompasso custa caro!
Custa vendas. Custa reputação. Custa relevância.
Talvez o caminho não seja investir mais em tráfego, marketing ou anúncios.
Talvez seja começar olhando com mais empatia pra jornada de quem confia o tempo, e o bolso, na sua empresa, produto ou serviço.
Então a pergunta fica no ar, simples e definitiva: Você compraria de você mesmo?