O ano promete ser intenso para a música

Se 2025 foi forte, 2026 “chuta a porta”: lançamento atrás de lançamento e uma fila de shows no Brasil que parece surreal

O ano promete ser intenso para a música

Foto: Imagem gerada por IA

2026 promete - e muito - para os fãs de música em geral. As agendas já mostram um ano com datas cravadas, principalmente no rock e no metal. E é exatamente aí que a coisa fica interessante: tem lançamento grande já no primeiro mês. E quando janeiro vem assim, o resto do ano costuma vir no modo turbo.

No rock/metal, o primeiro impacto do ano tem nome e dia: Alter Bridge chega com álbum novo em 9 de janeiro. Esse é o tipo de lançamento que impacta. Porque banda com catálogo sólido não lança por lançar. E esse tipo de disco normalmente “abre a temporada” de turnês, festivais e anúncios em cascata.

E janeiro ainda vem com mais munição pesada. No dia, 23 de janeiro, aparece o Megadeth com álbum novo listado no calendário. Vai ser o último álbum da carreira da banda e eu estou bem ansioso para ouvir o que vem por aí. Os três primeiros singles já lançados me agradaram demais.

E se você gosta de choque de novidade, fevereiro traz mais um peso: o calendário lista Rob Zombie para 27 de fevereiro. Esse tipo de lançamento geralmente puxa clipe, turnê e muito barulho nas redes. E é aí que 2026 tende a ficar divertido: não é só nostalgia, é movimento real.

Fora do rock/metal, tem um anúncio que mexe com o mundo inteiro, porque reorganiza tudo ao redor: BTS confirmou álbum para 20 de março. Quando um gigante desses marca data, muita gente segura lançamento, empurra agenda, recalcula marketing. E o streaming sente na hora, porque muda o comportamento do público e o foco da mídia. Em 2026, esse “efeito dominó” vai aparecer várias vezes.

Nos palcos pelo Brasil, tudo começa com My Chemical Romance em São Paulo, com datas anunciadas em 5 e 6 de fevereiro no Allianz Parque (com The Hives abrindo). E daí vem um dos maiores shows do ano: AC/DC em São Paulo — 24 e 28 de fevereiro e 4 de março, no MorumBIS. Não serão “apenas shows”. É daqueles eventos que viram conversa de meses, anos e uma vida toda.

Março já nasce com cara de festival. O Lollapalooza Brasil 2026 está marcado para 20, 21 e 22 de março, em Interlagos, São Paulo. E é exatamente em festival que muita gente “descobre sem querer” uma banda nova. Vai ter o peso do Deftones, o rock alternativo do Turnstile e as queridinhas do pop: Sabrina Carpenter, Doechii e Chappell Roan.

Guns N’ Roses volta ao Brasil em abril

Abril é onde o rock/metal no Brasil explode de vez. O Monsters of Rock 2026 acontece no dia 4, no Allianz Parque, com line-up divulgado incluindo Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm e mais. E logo depois, nos dias 25 e 26 de abril, tem Bangers Open Air 2026, também em São Paulo, no Memorial da América Latina. É o tipo de mês que faz o fã de guitarra, baixo e bateria se sentir privilegiado.

E pra completar abril, ainda tem o lado pop/estádio com impacto global: The Weeknd tem shows no Brasil em 26 de abril (RJ) e 30 de abril + 1º de maio (SP), em datas listadas pela Ticketmaster e repercutidas pela imprensa. Isso ajuda a entender 2026: o ano não vai ser “de um gênero”. Vai ser de experiência ao vivo, grande, cara e disputada.

O segundo semestre chega com o Rock in Rio

E lá na frente, o segundo semestre já tem um gigante no calendário: Rock in Rio 2026, com datas anunciadas para 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. Mesmo sem você saber o line-up completo hoje, só a data já muda o humor do mercado. Porque todo mundo se programa em torno disso. Artista negocia rota, público guarda dinheiro, cidade se prepara. É o tipo de evento que puxa o resto da agenda.

Só esse rápido panorama já mostra que a música vai ser intensa em 2026 com o Brasil muito mais presente nas rotas grandes. Vai ter opção para todos os gostos. É só se preparar e aproveitar!

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