Criciúma amplia agroindústrias certificadas com Selo SIM
Certificação garante qualidade, segurança alimentar e expansão de mercado
Foto: Gregori Flauzino/Decom Criciúma
O Governo de Criciúma entregou, nesta terça-feira (9), o Selo de Serviço de Inspeção Municipal de Produtos de Origem Animal (SIM) para duas agroindústrias locais: Caiçara e Frigorífico Ronchi. A certificação atesta a qualidade e a segurança alimentar de produtos de origem animal e amplia a capacidade de comercialização no mercado regional.
Com a entrega, Criciúma passa a contar com seis agroindústrias certificadas pelo SIM – cinco produtoras de carne e uma granja leiteira com fabricação de queijos.
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“Essa certificação é resultado do empenho das famílias empreendedoras, que acreditam em seu potencial e investem em seus negócios. Cada selo conquistado fortalece a economia local e impulsiona a agricultura familiar. O Governo Municipal seguirá como parceiro das agroindústrias, apoiando quem trabalha e gera oportunidades para nossa cidade”, ressalta o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.

Expansão e fortalecimento do setor
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Thiago Fabris, explica que a certificação do SIM possibilita a comercialização dos produtos em todos as 12 cidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec).
“As cinco agroindústrias de carne certificadas produzem juntas cerca de oito toneladas por mês. Isso fortalece a agricultura familiar, garante novos mercados e impulsiona o desenvolvimento econômico da região”, destaca.
Atualmente, a agricultura familiar e a produção primária movimentam cerca de R$ 60 milhões por ano em Criciúma. Para o diretor municipal de Agricultura, Vanderlei Zilli, o reconhecimento reflete a qualidade dos produtores locais.
“As empresas atendem a critérios rigorosos de inspeção e já se preparam para buscar o Selo SISBI (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal), que permitirá a comercialização em todo o Brasil. Esse avanço projeta Criciúma como referência no setor de carnes e embutidos”, aponta Zilli.